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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Vocação Familiar


No mês de agosto, celebramos o Mês das Vocações. Instituído na 19ª Assembléia Geral da CNBB em 1981, o Mês Vocacional tem como objetivo conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade, tendo sempre por fim suscitar novas vocações.

Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi …” (Jo 15,16)

Durante o mês, cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação.


- Primeiro Domingo – Vocações Sacerdotais – Dia do Padre 

Na semana passada, celebramos o Dia do Padre e da vocação sacerdotal. A vocação daqueles que são chamados a servir o povo de Deus como seus pastores, guiando-os no ensinamento da Palavra de Deus e nos sacramentos.


- Segundo Domingo – Vocação Familiar – Dia dos Pais 

Neste domingo, celebramos a vocação da família na pessoa do pai. "Em tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial para a sociedade como um todo. A família é chamada por Deus a ser testemunha do amor e da fraternidade, colaboradora da obra da Criação.

O Pai na família é fundamental. Seu papel de educador, em colaboração com a mãe, é um dos pilares da unidade e bem estar familiar cujos frutos são filhos bem formados e conscientes do que significa ser cristão e cidadão. O pai é representante legítimo de Deus perante os filhos e é sua missão conduzi-los nos caminhos de Cristo, da verdade, da justiça e da paz. Cabe aos pais que o amor, compaixão e harmonia reinem no lar."

Vimos que no mês de agosto, a cada domingo, "lembramos e oramos de maneira especial por um dos tipos de vocação com as quais Deus embeleza e dá forma à Igreja para que ela possa cumprir a sua missão". Hoje falamos sobre a Vocação Sacerdotal, celebrada no primeiro domingo, e a Vocação Familiar, que será celebrada no segundo domingo de agosto, quando comemoramos o Dia dos Pais.
"Dentro do Mês vocacional, na semana seguinte ao Dia dos Pais, no Brasil, a Igreja celebra a Semana Nacional da Família. Essa celebração teve início em 1992 como resposta à inquietação, ao descontentamento e desejo de se fazer algo em defesa e promoção da família, cujos valores vêm sendo agredidos sistematicamente em nossa sociedade.

Apesar de toda a dedicação de nossa Igreja em resgatar a dignidade da família, esta ainda tem sido posta em amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura, por isto muitas famílias vivem em situações de infidelidade aos valores que constituem o fundamento da instituição familiar, impedindo uma verdadeira e digna vida conjugal e familiar.
Conscientes de que o matrimônio e a família constituem um dos bens mais preciosos da humanidade, a Igreja quer fazer chegar sua voz, oferecendo ajuda a quem, conhecendo o valor do matrimônio e da família, procura vivê-lo fielmente; a quem, incerto e ansioso, anda à procura da verdade e a quem está impedido de viver livremente o próprio projeto familiar. Sustentando os primeiros, iluminando os segundos e ajudando os outros, a Igreja oferece seu serviço a cada homem interessado nos caminhos do matrimônio e da família (Familiares Consortio n. 1; Gaudium et Spes, n. 25).
A família é um dom de Deus, que deve ser cultivada como lugar para uma convivência saudável do ser humano. Façamos, portanto, da Semana Nacional da Família um momento forte de evangelização, de oração e de renovação do compromisso. Reze pela santificação e conversão das famílias e participe com sua família das atividades promovidas em sua paróquia."
Amilton Gonçalves Cruz (pastoral Familiar)
 - http://www.imaculadajacarei.org.br 

Na próxima semana, conversaremos sobre a Vocação Religiosa e a Vocação Leiga.

NOSSO ENCONTRO DE HOJE



















quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A Palavra de Deus é como a semente que o semeador saiu para semear...


Objetivos
  • Entender por que Jesus comparou a Palavra com a semente que o semeador saiu para semear.
  • Despertar no catequizando o interesse de ler a Bíblia;
  • Conhecer a parábola do semeador;
  • Entender por que Jesus comparou a Palavra com a semente que o semeador saiu para semear.

Ambiente:
  • Bíblia, vela,  flores, mesa forrada com toalha branca.

Recursos: 
  • Sementes, terra, areia, pedras, espinhos, pássaros, folhinhas, um bonsai (árvore em miniatura), frutinhos feitos de bolinhas de isopor.
  • Quatro pratinhos em formato de coração;
  • Sementes, terra, areia, pedras, espinhos, pássaros, folhinhas, um bonsai (árvore em miniatura), frutinhos feitos de bolinhas de isopor.


1. Acolhida e Oração Inicial:
  • Rezar a oração "Vinde Espírito Santo".
  • Acolher os catequizandos com alegria;
  • Cantar a música Palavra de Deus (CD Infantil Canção Nova)
  • Rezar a oração "Vinde Espírito Santo".
2. Motivação

Além da criação, Deus fala conosco na história e nos acontecimentos de nossa vida. Deus fala conosco também por meio de sua Palavra deixada nos livros da Bíblia. Deus fala conosco continuamente. Ele quer nos acompanhar em nossa vida, mas depende de nós ouvir a voz de Deus. Vamos falar hoje sobre isso, mas antes vou contar para vocês uma histórinha...

Seu Antônio enviou uma carta ao seu filho Zé, que foi viver em outra cidade para trabalhar. Mas, quando o carteiro lhe entregou a carta, Zé estava assistindo ao jogo de futebol na televisão. Deixou a carta sobre o armário e lá esqueceu. Ele só se lembrou de seu pai meses depois, quando ao arrumar o armário, encontrou a carta.

Assim mesmo acontece na nossa vida. Nós recebemos a carta de Deus, nosso Pai. Recebemos com alegria, mas os negócios da vida nos fazem guardá-la no armário. E a poeira toma conta e deixamos sem resposta a carta de Deus.

Isso mesmo! A Bíblia é também uma carta! Uma carta de amor de Deus aos homens. Por isso dizemos que a Bíblia é a Palavra de Deus, pois ela contém as principais mensagens que o Senhor quer nos ensinar.

Hoje vamos conhecer um pouco sobre essa Carta de Amor de Deus para nós...


3. Desenvolvendo o tema

A Palavra Bíblia vem do grego = (Bíblia-pl. de biblion = livros). Por isso não é um livro, mas uma coleção de livros (73) que nos revelam a mensagem de Deus.

A Bíblia é dividida em duas grandes partes: 

- Antigo Testamento - Conta a criação do mundo e a história do povo de Deus, antes do nascimento de Cristo. Contém 46 livros.

- Novo Testamento - Narra a vida de Jesus, dos apóstolos e o início da Igreja.

A Bíblia é uma Carta escrita por diversos autores, mas inspirada por Deus. Sendo assim, devemos lê-la sempre para saber o que Deus quer de nós.

A Bíblia não é como qualquer outro livro que nós lemos e deixamos de lado. A Bíblia é a Palavra de Deus. Por meio dela, Deus fala às pessoas. Quando nós lemos e ouvimos a Bíblia, devemos tentar colocá-la em prática. Na Carta de Tiago, que faz parte da Bíblia, lemos assim: "Sejam praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes".

A Bíblia fala da história do povo que foi escolhido por Deus. A Bíblia nos ajuda a viver conforme o desejo de Deus. Ela nos orienta, nos ensina e nos mostra o caminho de Deus. A Bíblia é o livro mais lido e mais conhecido no mundo inteiro. 

Podemos fazer algumas comparações:
  • A Bíblia é como uma lâmpada: Quem ouve e lê a Palavra de Deus, será ajudado na sua caminhada de vida. O livro de Apocalipse chama Jesus "lâmpada de Jerusalém celeste" (Ap 21,23). Se você aceita a Palavra de Deus, ficará sendo luz de unidade para os outros.
  • A Bíblia é como a água pura: A água é fonte de vida. Sem água a terra fica deserta e seca. Deus criou a água para dar a vida. O homem bom é como a árvore que cresce perto da fonte (Sl 63,2).
  • A Bíblia é como a chuva: Quando a chuva cai sobre a terra, ela não volta sem deixar um sinal. Do mesmo modo a Palavra de Deus. Quando você deixa a Palavra de Deus entrar no seu coração, os seus sentimentos bons reflorescem. Você faz bem rezando: "Ó Deus, minha alma tem sede  de ti; minha carne te deseja com ardor, como a terra seca esgotada e sem água" (Sl 63,2).
  • A Bíblia é uma semente: Deus semeia a semente de sua Palavra no coração de cada um de nós. Deus não quer que a semente seja semeada e não cresça. Quando ouvimos a Palavra de Deus, ele quer que ela brote e aprofunde suas raízes. Vamos ver como Jesus nos explica isso? Vamos acolher a Palavra de Deus.

O catequista entroniza a Bíblia, passando na frente de cada catequizando para que coloquem a mão sobre ela e façam o sinal da cruz, enquanto cantam o refrão: 
"Eu vim para escutar, Tua Palavra, 
Tua Palavra, Tua Palavra de amor." 



4. Leitura: Lc 8, 4-15

Reunindo-se uma grande multidão e vindo a Jesus gente de várias cidades, ele contou esta parábola: "O semeador saiu a semear. Enquanto lançava a semente, parte dela caiu à beira do caminho; foi pisada, e as aves do céu a comeram. Parte dela caiu sobre pedras e, quando germinou, as plantas secaram, porque não havia umidade.
Outra parte caiu entre espinhos, que cresceram com ela e sufocaram as plantas.
Outra ainda caiu em boa terra. Cresceu e deu boa colheita, a cem por um". Tendo dito isso, exclamou: "Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça!"
Seus discípulos perguntaram-lhe o que significava aquela parábola.
Ele disse: "A vocês foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino de Deus, mas aos outros falo por parábolas, para que ‘vendo, não vejam; e ouvindo, não entendam’.
"Este é o significado da parábola: A semente é a palavra de Deus.
As que caíram à beira do caminho são os que ouvem, e então vem o diabo e tira a palavra dos seus corações, para que não creiam e não sejam salvos.
As que caíram sobre as pedras são os que recebem a palavra com alegria quando a ouvem, mas não têm raiz. Crêem durante algum tempo, mas desistem na hora da provação.
As que caíram entre espinhos são os que ouvem, mas, ao seguirem seu caminho, são sufocados pelas preocupações, pelas riquezas e pelos prazeres desta vida, e não amadurecem.
Mas as que caíram em boa terra são os que, com coração bom e generoso, ouvem a palavra, a retêm e dão fruto, com perseverança".

    5. Atividades
    • Formar quatro grupos para montar dentro de cada coração (os pratinhos), cada situação apresentada na parábola (semente colocada à beira do caminho, entre as pedras, entre os espinhos e sobre a terra fértil).





    • Conversar com as crianças sobre a dinâmica. 


    Este é o significado da parábola: A semente é a palavra de Deus...










    As que caíram à beira do caminho são os que ouvem, e então vem o diabo e tira a palavra dos seus corações, para que não creiam e não sejam salvos.



    As que caíram sobre as pedras são os que recebem a palavra com alegria quando a ouvem, mas não têm raiz. Crêem durante algum tempo, mas desistem na hora da provação.



    As que caíram entre espinhos são os que ouvem, mas, ao seguirem seu caminho, são sufocados pelas preocupações, pelas riquezas e pelos prazeres desta vida, e não amadurecem.




    Mas as que caíram em boa terra são os que, com coração bom e generoso, ouvem a palavra, a retêm e dão fruto, com perseverança.




    A Palavra de Deus é como a semente que o semeador saiu para semear. Se nosso coração for terra boa, a Palavra de Deus cresce dentro dele e nós faremos sempre a vontade de Deus que é o amor a Ele, aos irmãos, a nós mesmos e ao mundo que ele criou.


    6. Oração Final e Encerramento
    • Todos juntos rezarão: "Meu Deus, a tua Palavra é luz no meu caminho. Derrama, Senhor, sobre mim a água do teu Santo Espírito, para que o meu coração se torne solo fértil, para que a tu Palavra nele semeada germine, crie raízes, cresça e produza muitos frutos. Obrigada, Senhor!"
    • Em seguida, rezar uma Ave-Maria.

    ALGUNS MOMENTOS DO NOSSO ENCONTRO

































































































    No final, mimos para os meus catequizandos...






































    segunda-feira, 7 de agosto de 2017

    Entrega da Palavra às Crianças da Catequese - 2017


    No dia 02 na quarta-feira, foi realizada a Celebração de Adesão a Jesus Cristo (Rito de instituição dos catecúmenos e de recepção dos catequizandos), com a minha turminha de Catequese. Essa Celebração acontece depois dos primeiros encontros (1º Tempo), com a instituição dos catecúmenos, entrada na Igreja e a entrega da Palavra. As crianças estavam esperando com alegria esse dia, principalmente porque estavam ansiosas para receber o Livro da Palavra de Deus.

    Estavam presentes os pais e/ou responsáveis, alguns padrinhos e amigos. Foi tudo muito lindo! Todos estavam muito felizes!

    No dia seguinte à Celebração, acordei lembrando de um momento, na porta da igreja, que me encheu de satisfação!!! Nossa Coordenadora pergunta às crianças, por que estão na Catequese e o que desejam? E elas respondem juntas e espontaneamente: "PARA CONHECER JESUS!!!" Isso pra mim foi um sinal de que estou no caminho certo, de que estou fazendo tudo o que o que o nosso Mestre está me ensinando!Havia falado em várias oportunidades em nossos encontros de Catequese, sobre a cartinha que a menina Ana Maria enviou ao Papa, em que perguntava por que as crianças devem fazer a Catequese, e qual foi a resposta do nosso Pastor (Ver http://mgathe.blogspot.com.br/…/por-que-as-criancas-devem-f…).

    Obrigada, Jesus, por estar sempre me orientando!

    Obrigada, Papa Francisco, pela sua Catequese!!! 



    Abaixo vou descrever como aconteceu a nossa Celebração...

    No nosso útimo encontro, com a participação dos pais, cujo tema foi "O Seguimento a Jesus Ressuscitado", em que falamos sobre o Batismo, combinamos com os pais/responsáveis a data e o horário para a realização da Celebração de Adesão a Jesus Cristo. Mesmo todos já estando cientes da data, para lembrar, publicamos no face o convite para o próximo encontro: 






    CELEBRAÇÃO DE ADESÃO A JESUS CRISTO


    O que preparar: Lecionário; incenso (se acharem adequado) e seus apetrechos; crucifixos ou cruzes (se houver entrega); Bíblias.

    1. Chegada
    2. Canto: “Eis-me aqui, Senhor...”
    3. Saudação cordial às crianças (Quem preside).
    4. Exortação (Quem preside exorta as crianças e a todos os presentes, expressando “a alegria e a ação de graças da Igreja” pelo caminho percorrido).
    5. Canto: (Eu louvarei, eu louvarei, eu louvarei ao meu Senhor!)


    Diálogo com as crianças que desejam ser batizadas

    6. Aproximação e diálogo (As crianças que desejam ser batizadas se aproximam de quem preside. As crianças catequizandas permanecem onde estão. Quem preside, dirigindo-se às crianças que desejam ser batizadas, dialoga com elas:

    - N, o que você quer ser?
    ·         Quero ser cristão.

    - Por que você quer ser cristão?
    ·          Porque creio em Jesus Cristo.

    - Que dará a você a fé em Jesus Cristo?
    ·          A vida eterna.

    (Quem preside pode interrogar com outras palavras e admitir respostas espontâneas: “Quero fazer a vontade de Deus”, “Quero seguir a palavra de Deus”; “Quero ser batizado”, etc).

    7. Exortação (Quem preside):
    “Como vocês já crêem em Cristo e querem ser preparados para o Batismo, vamos receber vocês com muita alegria na família dos cristãos, onde cada dia vão conhecer melhor a Cristo. Conosco, vocês vão procurar viver como filhos e filhas de Deus, conforme Cristo nos ensinou. Devemos amar a Deus de todo o coração e amar-nos uns aos outros como ele nos amou.”

    8. Se for oportuno, estas últimas palavras podem ser repetidas pelas crianças, para manifestarem que estão de acordo).


    Diálogo com os pais das crianças que desejam ser batizadas e assembléia

    9. Pedido de consentimento dos pais (por parte de quem preside. Este diz às crianças que peçam o consentimento dos pais, responsáveis ou introdutores que os apresentam. Pode fazê-lo desse modo:

    “(N e N) peçam agora a seus pais que se aproximem com vocês para darem sua licença.”

    10. As crianças conduzem os pais, responsáveis ou introdutores até quem preside.

    Quem preside: “Caros pais, vossos filhos N e N pedem que os preparemos para o Batismo. Estais de acordo com seu desejo?”

    Pais: “Estamos”.

    Quem dirige: “Estais dispostos a desempenhar sua parte nessa preparação?”

    Pais: “Estamos”.


    Diálogo com a assembleia:

    11. Quem preside:

    - “Para continuarem o caminho hoje iniciado, estas crianças precisam do auxílio de nossa fé e caridade. Por isso pergunto também a vocês, seus amigos e companheiros: Estão dispostos a ajudá-los a caminharem para o Batismo?”

    Todos: “Estamos”.

    Assinalação da fronte:

    12. Quem preside: “N e N, Cristo chamou a vocês para serem seus amigos; lembrem-se sempre dele e sejam fieis em segui-lo! Para isso, vou marcar vocês com o sinal da cruz de Cristo, que é o sinal dos cristãos. Este sinal daqui em diante, é para que se lembrem de Cristo e de seu amor por vocês.”

    (As crianças com os introdutores ou catequistas, se aproximam sucessivamente de quem preside, que faz com o polegar o sinal da cruz na fronte de cada um, dizendo:

    “N, recebe na fronte o sinal da cruz: o próprio Cristo te protege com o sinal do seu amor (ou de sua vitória). Aprende a conhecê-lo e segui-lo.”

    Assinalação dos sentidos:

    13. Depois da assinalação das crianças por quem preside, os catequistas ou os introdutores, se for oportuno, fazem o mesmo.

    Ao assinalar os ouvidos: Recebam nos ouvidos o sinal da cruz, para que vocês ouçam a voz do Senhor.

    Os olhos: Recebam nos olhos o sinal da cruz, para que vocês vejam a glória de Deus.

    Boca: Recebam na boca o sinal da cruz, para que vocês respondam à palavra de Deus.

    Peito: Recebam no peito o sinal da cruz, para que Cristo habite pela fé em seus corações.

    Nos ombros: Recebam nos ombros o sinal da cruz, para que vocês carreguem o jugo suave de Cristo.


    Sinal da cruz sobre todos e oração

    14. Quem preside, sem tocar nas crianças e adolescentes, faz o sinal da cruz sobre todos ao mesmo tempo, dizendo:

    “Eu marco a vocês com o sinal da cruz, em nome do Pai e do Filho e do Espirito Santo, para que vocês tenham a vida eterna.

    As crianças: Amém

    15. Aclamação da assembléia: “Glória a ti, Senhor, toda graça e louvor.”

    16. Quem preside convida a todos à oração, depois de um silêncio, diz:

    “Deus todo poderoso, que pela cruz e ressurreição de vosso Filho, destes vida ao vosso povo, concedei que estes vossos servos e servas, marcados com o sinal da cruz, seguindo os passos de Cristo, conservem em sua vida a graça da vitória da cruz e a manifestem por palavras e gestos, por Cristo, nosso Senhor.”

    Todos: Amém.


    Diálogo com os catequizandos:

    17. As crianças catequizandas aproximam-se para o diálogo com quem preside. Este pergunta por que estão na catequese e o que desejam. As crianças respondem espontaneamente.

    18. Exortação conclusiva:

    “Como vocês já foram batizadas e crêem em Cristo e querem ser preparadas para a renovação das promessas do Batismo e para participação na Eucaristia, vamos também receber vocês com muita alegria na família dos cristãos, onde cada dia vão conhecer melhor a Cristo. Conosco, vocês vão procurar viver como filhos e filhas de Deus, conforme Cristo nos ensinou. Devemos amar a Deus de todo o coração e amar-nos uns aos outros como ele nos amou.”

    19. Confirmação das crianças (Se for oportuno, estas últimas palavras poderão ser repetidas pelas crianças, para manifestarem que estão de acordo).

    20. Optativo: Entrega de crucifixos (pode ser entregue posteriormente).


    Ingresso na igreja e canto

    21. Com um gesto, quem preside convida as crianças a entrar, dizendo estas palavras:

    “Agora vocês já têm seu lugar na reunião dos cristãos. Venham para ouvir o Senhor, que nos vai falar, e para rezar conosco”.

    (As crianças se aproximam e tomam lugar junto a seus pais (introdutores) ou entre seus colegas, de modo que todos vejam que já fazem parte da assembléia. Enquanto isso, entoa-se o canto:

    22. Canto: Salmo 95  “Vinde, vinde adoremos!” ou 122 “Fiquei foi contente” ou outro canto apropriado.


    Breve exposição e entrada do Livro da Palavra

    23. Estando as crianças em seus lugares, quem preside dirige-lhes uma breve alocução, mostrando a dignidade da palavra de Deus, que é anunciada e ouvida na assembleia litúrgica.

    O livro das Sagradas Escrituras é trazido em procissão e colocado respeitosamente na Mesa da Palavra, podendo também ser incensado. Segue-se a celebração da Palavra de Deus.


    Proclamação da Palavra

    24. Escolham-se leituras de acordo com a compreensão dos catecúmenos e catequizandos e o nível da catequese realizada. De preferência, formar um conjunto de leitura, salmos e evangelho. Indicamos a forma de iniciar as leituras, caso seja usada a Bíblia.

    25. Primeira leitura: Ef 4,1-6a (Caminhar de acordo com a vocação. Uma só fé, um só batismo).

    26. Salmo responsorial (118/119)

    — Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!
    — Como eu amo, Senhor, a vossa lei, vossa palavra!
    — É esta a parte que escolhi por minha herança:/ observar vossas palavras, ó Senhor!/ A lei de vossa boca, para mim,/ vale mais do que milhões em ouro e prata.
    — Vosso amor seja um consolo para mim,/ conforme a vosso servo prometestes. Venha a mim o vosso amor e viverei,/ porque tenho em vossa lei o meu prazer!
    — Por isso amo os mandamentos que nos destes,/ mais que o ouro, muito mais que o ouro fino!/ Por isso eu sigo bem direito as vossas leis,/ detesto todos os caminhos da mentira.
    — Maravilhosos são os vossos testemunhos,/ eis por que meu coração os observa!/ Vossa palavra, ao revelar-se, me ilumina,/ ela dá sabedoria aos pequeninos.
    27. Evangelho: Lc 8, 4-9.11-15)

    28. Pequena homilia

    29. Silêncio (recomenda-se um momento de silêncio em que as crianças, a convite de quem preside, rezem em seu coração).

    30. Canto apropriado.


    Entrega do Livro da Palavra

    31. Depois da homilia, quem preside entrega aos catecúmenos, com dignidade e reverência, bíblias, dizendo estas ou outras palavras:

    “Recebe o Livro da Palavra de Deus. Que ela seja luz para a tua vida.”


    Preces pelas crianças

    32. Introdução (quem preside introduz as preces, dizendo com estas palavras ou outras semelhantes):

    - Nós vos pedimos, Senhor, que aumenteis cada dia mais seu desejo de viver com Jesus.

    R. Nós vos pedimos, Senhor.

    - Nós vos pedimos, Senhor, que elas sejam felizes na Igreja.

    - Nós vos pedimos, Senhor, que vosso amor afaste de seus corações, o medo e o desânimo.

    - Nós vos pedimos, Senhor, que estas crianças tenham a alegria e receber o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia.

    (Outras preces)


    33. Encerramento das preces (quem preside reza):

    Ó Pai, que despertastes nestas crianças o  desejo de ser bons cristãos, fazei que elas vos procurem  sempre e vejam realizados seus desejos e nossas preces. Por Cristo, nosso Senhor.

    34. Canto apropriado


    Despedida dos catecúmentos, catequizandos e toda a assembleia

    35. Exortação (quem preside faz uma alusão breve à alegria da recepção dos catecúmenos e catequizandos e exorta-os a viver de acordo com o que ouviram).

    36. Despedida (quem preside despede a todos com estas palavras ou outras semelhantes):

    “Prezadas irmãs e irmãos, vão em paz e o Senhor Jesus permaneça com vocês”.

    Todos: Graças a Deus.

    37. Canto apropriado (se for oportuno).


    Partilha de experiência

    38.  Em outro local, após a celebração, os catecúmentos e catequizandos, juntamente com os pais, responsáveis, introdutores, catequistas e outros membros da comunidade, permaneçam juntos, para partilhar alegrias e confraternizar.

    Fonte: 
    • RICA
    • Livro Caminho - Ritos adaptados para turmas mistas de catequese, com não batizados e batizados (Diocese de Duque de Caxias). 


    ALGUNS MOMENTOS DA CELEBRAÇÃO



    Do lado de fora da igreja, na porta de entrada, início da Celebração.



































    Diálogo com os pais das crianças que desejam ser batizadas e assembleia:












    Assinalação da fronte (das crianças que desejam ser batizadas):
























    Assinalação dos sentidos (nas crianças que desejam ser batizadas):













































    Oração e sinal da cruz em todos:




    Canto de entrada e ingresso na igreja:








    Breve exposição e entrada do Livro da Palavra




































    Entrega do Livro da Palavra